10 fenômenos naturais raros, mas mortais

A Mãe Natureza pode ser uma senhora selvagem e louca. Embora ela geralmente mantenha as coisas bem tranquilas, de vez em quando ela faz todos os esforços. Ela desencadeia alguns fenômenos naturais intensos que podem ser mortais. Prepare-se porque esses dez eventos raros, mas aterrorizantes, vão te surpreender.

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10 Mega Tsunami

Imagine uma parede de água tão colossal que poderia engolir cidades inteiras em minutos. Essa é a terrível realidade dos megatsunamis, a maneira da natureza dizer: “Não mexa comigo!”

Eventos catastróficos como impactos de asteróides, deslizamentos de terra subaquáticos ou erupções vulcânicas desencadeiam esses gigantes. Em 2004, o Monte Krakatoa, na Indonésia, entrou em erupção, desencadeando um megatsunami que atingiu 36 metros de altura – mais alto que um edifício de 12 andares. A onda viajou até 450 mph (725 km/h), tornando-se um dos desastres naturais mais rápidos já registrados.

O maior megatsunami alguma vez registado ocorreu há 73 mil anos, quando um enorme deslizamento de terras na costa de África fez com que uma onda de 500 metros de altura se abatesse sobre as Ilhas Canárias. Essa onda teria feito com que os arranha-céus mais altos parecessem meros redutores de velocidade.

Embora os mega-tsunamis sejam raros, o seu poder destrutivo não é motivo de riso. Imagine ser um infeliz banhista, bebendo seu mojito, quando de repente uma parede de água do tamanho da Estátua da Liberdade vem em sua direção. Fale sobre um despertar rude.

9 Bicos de água

Trombas d’água são fenômenos naturais fascinantes que ocorrem em corpos d’água. Essas colunas rotativas de vapor de água condensado podem ser hipnotizantes e petrificantes. Imagine um tornado, mas em vez de devastar campos e bairros, ele está dançando na superfície de um lago ou no mar aberto.

A maior tromba de água registrada foi avistada na costa de Catatumbo, Venezuela, em 2010. Atingiu impressionantes 3.000 pés (914 metros) – ou seja, mais de 800 metros de altura! Para colocar isso em perspectiva, é mais alto que a Estátua da Liberdade. Imagine tentar tirar uma selfie com isso ao fundo.

Embora os jatos de água possam parecer espirais de água divertidas e divertidas, eles podem ser bastante perigosos. Com velocidades de vento que chegam a 160 km/h (100 mph), esses tornados aquáticos podem virar pequenos barcos, danificar docas e estruturas costeiras e até mesmo ferir residentes desavisados. No final, as bicas de água são um lembrete humilde de que a Mãe Natureza nos mantém alerta. Respeitem o bico, meus amigos.

8 Erupção Límnica

As erupções límbicas são matéria de pesadelos – imagine um lago expelindo de repente uma nuvem mortal de dióxido de carbono, sufocando tudo em seu caminho. É como se a Mãe Natureza decidisse pregar uma peça em humanos desavisados, exceto que a piada envolve asfixia em massa.

A maior erupção límnica registada ocorreu em 1986 no Lago Nyos, nos Camarões, onde uma nuvem de CO2 matou mais de 1.700 pessoas e 3.500 animais em minutos. O lago acumulava silenciosamente gases dissolvidos em suas profundezas até que, um dia, não conseguiu mais retê-los. Saiu um vapor letal que desceu pelo vale, deixando apenas corpos sem vida em seu rastro.

As erupções límbicas não são um evento único. Eles podem acontecer repetidas vezes no mesmo lago, como um gênio do mal que não fica na garrafa. Os cientistas até encontraram evidências de erupções límnicas pré-históricas que exterminaram civilizações inteiras.

7 Erupções vulcânicas

A maior erupção vulcânica registrada na história foi a erupção do Monte Tambora, na Indonésia, em 1815, ejetando cerca de 160 quilômetros cúbicos de material na atmosfera. Isso é cinza vulcânica suficiente para cobrir Rhode Island em uma camada de mais de 2 metros de profundidade. Fale sobre uma limpeza bagunçada.

Mas não é apenas o grande volume de material que torna as erupções vulcânicas tão impressionantes. As temperaturas envolvidas são suficientes para fazer corar até o piromaníaco mais radical. A lava pode atingir mais de 1.200°C (2.200°F), quente o suficiente para derreter seu smartphone, carro e qualquer outra coisa em seu caminho.

Sabe-se que algumas erupções liberam a energia equivalente a milhares de bombas atômicas. Não é de admirar que os vulcões tenham sido tema de tantos filmes sobre desastres – eles são o próprio departamento de efeitos especiais da natureza, apenas esperando para fazer um show.

6 Bolhas de gelo inflamáveis

Imagine um lago congelado, com a superfície pontilhada de bolhas que desafiam as leis da natureza. Meus amigos, estas não são bolhas comuns – são bolhas de gelo inflamáveis.

Formadas quando o gás metano fica preso sob o gelo, essas belezas borbulhantes são um espetáculo para ser visto. À medida que o gás aumenta a pressão, ele cria bolsas de gelo que você pode acender com um fósforo ou isqueiro. A exibição de minifogos de artifício resultante é hipnotizante e um pouco assustadora, como uma celebração congelada do Quatro de Julho.

O maior caso registado de bolhas de gelo inflamáveis ​​ocorreu na Sibéria, onde 15.000 destas esferas de fogo foram avistadas num único lago. Os investigadores estimam que o volume total de metano preso nestas bolhas foi equivalente a mais de 3.000 balões de festa – mais do que suficiente para alimentar um pequeno espectáculo pirotécnico.

Embora estas bolhas possam parecer inofensivas, são um lembrete dos efeitos das alterações climáticas. À medida que as temperaturas globais aumentam, mais metano é libertado pelo degelo do permafrost, aumentando estas formações de gelo inflamáveis.

5 “Buracos Negros” do Oceano

Esqueça os buracos negros no espaço. Os verdadeiros monstros cósmicos estão à espreita na Terra, nas profundezas dos nossos oceanos. Esses “buracos negros” subaquáticos são tão misteriosos e aterrorizantes quanto seus equivalentes celestes, mas com um toque decididamente mais aquático.

Imagine um vórtice rodopiante de destruição, um redemoinho tão poderoso que poderia sugar um navio inteiro sem deixar rastros. Essa é a realidade dos buracos negros oceânicos, também conhecidos como “buracos azuis” pela sua aparência profunda e escura. Esses buracos subaquáticos são formados quando a água salgada afunda no oceano, criando uma sucção semelhante a um vácuo, capaz de arrastar qualquer coisa que tenha a infelicidade de chegar muito perto.

O maior buraco negro oceânico conhecido é o Triângulo das Bermudas, um famoso trecho do Oceano Atlântico onde inúmeros navios e aviões desapareceram misteriosamente. Embora o júri ainda não tenha decidido se o Triângulo das Bermudas está realmente amaldiçoado, uma coisa é certa. Se você for pego em um buraco negro no oceano, suas chances de sobrevivência serão tão boas quanto as de uma bola de neve em… bem, essa é a ideia.

4 Tempestades Sujas

Imagine uma tempestade tão intensa que não chove apenas cães e gatos – está chovendo cinzas, fuligem e até rocha derretida. Bem-vindo ao mundo das tempestades sujas, onde a Mãe Natureza leva seus problemas de controle da raiva a um novo nível.

Esses raros eventos atmosféricos ocorrem quando uma erupção vulcânica injeta enormes cinzas e detritos no céu, fornecendo os ingredientes perfeitos para um espetáculo verdadeiramente eletrizante. À medida que as partículas de cinza colidem e se esfregam umas nas outras, elas acumulam eletricidade estática, que é descarregada como um raio. O resultado? Uma exibição deslumbrante da fúria da natureza, completa com flashes de luz e o estrondo de trovões, enquanto o céu chove uma chuva de sujeira vulcânica.

A maior tempestade suja registrada ocorreu durante a erupção de 2010 do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. A nuvem de cinzas atingiu impressionantes 9 quilômetros na atmosfera. Os relâmpagos foram tão intensos que puderam ser vistos a mais de 200 quilômetros de distância, e a chuva carregada de cinzas deixou uma camada de poeira vulcânica em tudo em seu caminho.

3 Brinículas

Imagine uma cena saída diretamente de um filme de terror de ficção científica: dedos translúcidos e fantasmagóricos emergindo do oceano, rastejando lentamente pelo fundo do mar, congelando tudo em seu caminho. Bem-vindo ao mundo arrepiante dos brinicles, também conhecidos como “dedos gelados da morte”.

Esses fenômenos naturais bizarros são formados quando a salmoura super-resfriada, um subproduto da formação do gelo marinho, é removida do gelo e afunda. À medida que a salmoura atinge o oceano relativamente mais quente, ela congela em uma estrutura tubular que lembra uma estalactite gelada. O resultado é uma demonstração hipnotizante, mas mortal, do poder da natureza.

A maior brinícula já registrada foi avistada na Antártica em 2011, medindo impressionantes 9 metros de comprimento. Imagine o terror de ser uma criatura marinha infeliz, cuidando da sua vida, apenas para ser subitamente encerrado em uma tumba de gelo por esses dedos rastejantes. É o suficiente para te dar arrepios (trocadilho intencional).

2 Ondas rebeldes

Imagine navegar pacificamente ao longo do mar aberto, saboreando sua piña colada e aproveitando o sol. De repente, uma imponente parede de água aparece, pronta para engolir seu navio. Bem-vindo ao mundo das ondas rebeldes – o equivalente no oceano a um valentão da sua infância que não resistiu a implicar com o garotinho.

Esses monstros misteriosos e imprevisíveis podem atingir 30 metros de altura, superando até mesmo os navios de cruzeiro mais poderosos. Em 1995, a infame “onda Draupner” foi registrada na costa da Noruega, medindo 25,6 metros (84 pés) – o que é mais alto que um prédio de sete andares. Os marinheiros há muito sussurram histórias sobre esses monstros. Ainda assim, só no século XX é que os cientistas finalmente reconheceram a sua existência.

Os especialistas acreditam que as ondas violentas são causadas por ventos fortes, correntes oceânicas e simplesmente pela velha má sorte. E, ao contrário dos seus homólogos no pátio da escola, as ondas rebeldes não discriminam – engolirão tudo, desde navios de carga a plataformas petrolíferas, deixando um rasto de devastação.

Os avanços na tecnologia permitiram aos cientistas prever e detectar melhor estas ondas traiçoeiras, dando aos marinheiros uma oportunidade de lutar para evitarem tornar-se as próximas vítimas dos mais notórios desordeiros do oceano.

1 Redemoinhos de Fogo

Os Redemoinhos de Fogo são um fenômeno natural raro e fascinante que pode transformar até mesmo a fogueira mais calma em um inferno violento. Imagine um tornado feito de fogo, girando e girando com vontade própria, capaz de levantar detritos e pequenos animais no ar como um vórtice de fogo da destruição.

Esses funis de fogo são criados quando o calor intenso, as condições de seca e os padrões de vento corretos produzem uma coluna giratória de chamas. Eles podem atingir mais de 60 metros (200 pés) e girar a velocidades de até 72 km/h (45 mph), tornando-os um verdadeiro espetáculo para ser visto – se você estiver a uma distância segura.

O maior redemoinho de fogo registrado ocorreu em 1923, durante o Grande Terremoto de Kanto, no Japão, onde se mediu surpreendentes 243 metros de altura. Testemunhas oculares relataram que a coluna giratória de fogo era tão poderosa que poderia arrancar árvores e arremessá-las pelo ar como palitos de fósforo. Felizmente, esses redemoinhos de fogo são raros, mas mesmo os menores podem ser perigosos, com a capacidade de lançar detritos em chamas e espalhar incêndios rapidamente.

Na próxima vez que você estiver assando marshmallows ao redor da fogueira, seja grato porque sua humilde chama não está girando fora de controle e ameaçando fazer você e seus marshmallows voarem.

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